O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) atualizou suas taxas. É o primeiro reajuste desde 2012 — então faz sentido que gere dúvidas. Mas calma: vamos explicar o que muda na prática e o que isso significa para o seu bolso.
O que mudou
As taxas federais do INPI tiveram um aumento médio de cerca de 24%. Essas são as taxas que todo mundo paga, independente de fazer o registro sozinho ou com ajuda profissional.
Na prática, o aumento não é tão grande em valores absolutos — mas é bom saber o que esperar.
MEIs, microempresas e pessoas físicas continuam com desconto de 60% nas taxas federais do INPI. Esse benefício não mudou.
Isso muda algo no meu registro?
Se você já tem um processo em andamento: não. As taxas já pagas continuam válidas. Só as novas etapas seguirão o novo valor.
Se você está pensando em registrar: quanto antes, melhor. As taxas tendem a subir com o tempo, e o número de registros cresce a cada ano — o que significa mais nomes sendo "ocupados".
O Brasil registra cada vez mais marcas
Para dar uma ideia do cenário: o Brasil é líder na América Latina em pedidos de registro de marca, com milhares de pedidos por semana. As áreas que mais registram são comércio, educação, tecnologia, saúde e alimentação.
Isso é uma boa notícia (mais gente protegendo seus negócios), mas também um alerta: se o nome que você quer ainda está disponível hoje, pode não estar amanhã.
O que a Sandra recomenda
Não deixe a mudança de taxas atrasar sua decisão. O custo de não registrar (perder o nome, ter que mudar tudo, disputas legais) sempre vai ser maior do que o investimento no registro.
Se você tem dúvida sobre taxas, valores ou o que está incluído no serviço da MLK, mande uma mensagem. A Sandra explica tudo de forma transparente, sem surpresas.
Quer saber o valor atualizado?
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